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Locais
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Brasil (17) 1 0
Tartarugalzinho
  • Município do Estado do Amapá
  • O município de Tartarugalzinho se desenvolveu devido à instalação de uma grande empresa multinacional no setor de celulose, que provocou o aumento da migração. Sua população é originária principalmente de pescadores e de garimpeiros. Estes se deslocaram para lá na década de 1950, quando foi descoberto ouro. O município foi criado em 1987, desmembrado de Macapá, e instalado em 1989.
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Porto Grande
  • Município do Estado do Amapá
  • Localizado na região central do Estado, o município de Porto Grande está localizado a 108 quilômetros de Macapá, do qual foi desmembrado em 1992. Dizem que era uma colônia tão próspera em termos de produção agrícola que o comércio da produção lembrava um grande porto. Outra versão afirma que o nome veio de uma mercadoria chamada Porto Grande. O município se destaca como produtor de abacaxi, laranja e milho. São prósperas as criações de bovinos, bubalinos e suínos. Destaca-se também o setor extrativista vegetal, a exploração do pinho (pinus) para a fabricação de papel. É também produtor de areia e seixo.
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Cutias
  • Município do Estado do Amapá
  • Antigos moradores dizem que no lugar, em outras épocas, existia grande variedade de espécies de caça, entre elas a cutia, o que, provavelmente, deu origem ao nome do município. Outra versão para a denominação do lugar é de que os primeiros moradores da localidade utilizavam como meio de transporte uma pequena embarcação, bastante ligeira, denominada cotia.
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Vitória do Jari
  • Município do Estado do Amapá
  • Suas origens estão diretamente ligadas à história de desenvolvimento de Laranjal do Jari, particularmente aos acontecimentos referentes à instalação e funcionamento do Projeto Jari Florestal. A sede do município ainda hoje representa uma ampliação das estratégias de ocupação ribeirinha iniciada em Laranjal do Jari, ambas compartilhando dos mesmos benefícios e problemas refletidos pelas condições de vida palafítica de suas populações e pelos interesses conflitantes com o empreendimento que lhes promovem maior sustentação econômica.
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Serra do Navio
  • Município do Estado do Amapá
  • Construída em plena floresta amazônica, entre o final da década de 1950 e o início dos anos 1960, Serra do Navio foi planejada para abrigar o contingente de moradores da periferia da Vila Operária da Icomi. Com a desativação da mineradora, o local passou por profundas transformações. Ainda abriga empresas mineradoras, mas de menores proporções. Desmembrado do município de Macapá em 1992, Serra do Navio foi chamado inicialmente de Água Branca do Amapari, retornando ao nome original no ano seguinte.
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Ferreira Gomes
  • Município do Estado do Amapá
  • O município foi habitado inicialmente por cabanos. Já foi sede da Colônia Militar Pedro II (1840), implantada pelo major João Ferreira Gomes, cujo nome deu ao atual município. Em 1944 foi construída a primeira escola rural, na gestão do capitão Janary Nunes, primeiro governador do então Território Federal do Amapá. Em 1966 é construído o Grupo Escolar Ceará.
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Itaubal
  • Município do Estado do Amapá
  • Foi edificada sob uma elevação de terras à margem direita do rio Piririm. As primeiras notícias do município datam de 1935 quando algumas famílias de agricultores passaram a residir no local. Em 1940 chegam mais migrantes, trazendo uma imagem de São Benedito que passou a ser o padroeiro do lugar e até hoje encontra-se no altar da igreja matriz de Itaubal. Nesse mesmo ano é celebrada a primeira missa, pelo padres Felipe Blanc (MSF). O topônimo vem de Itaúba, uma madeira de lei abundante no local.
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Amapá (16)
  • Estado localizado no extremo norte do Brasil. Os primeiros habitantes do atual Amapá eram indígenas das etnias “waiãpi”, “palikur”, “maracá-cunani” e “tucuju”. O primeiro europeu a avistar a costa do estado foi o espanhol Vicente Yáñez Pinzón. Foi ele também que primeiramente deu nomes a alguns lugares próximos ao Amapá. A Ilha de Marajó, ele chamou de “Marinatãbalo”. O rio Amazonas, ele intitulou “Santa Maria de La Mar Dulce”. E o famoso rio Oiapoque, ficara conhecido, na época, como rio Vicente Pinzón. Somente depois da chegada dos ingleses, em 1596, é que o rio passa a se chamar Oiapoque, dado pelo explorador Keymis. Nessa época, ingleses, irlandeses e holandeses fizeram várias visitas ao que hoje é o Amapá. Após a derrota para os franceses, todos são expulsos da região e a colonização europeia do Amapá toma fôlego em 1637, com a sua concessão, como Capitania do Cabo Norte, por Filipe IV de Espanha e III de Portugal a Bento Maciel Parente, governador do Maranhão e Grão-Pará. As terras passam a serem delimitadas do Oiapoque ao Paru, passando pelo Jarí. Bento Maciel Parente logo começa a fazer a ocupação de sua Capitania. Já o explorador Pedro Teixeira chega ao Amapá, seguindo pela margem esquerda, com os jesuítas Alonso de Rojas e Christoval de Acuña. Os portugueses triunfavam em desbravar as terras e catequisar os índios. Foram fundadas missões franciscanas e jesuíticas. O Marquês de Pombal ordenou, na época, a construção da maior fortaleza da colônia em Macapá, um dos principais núcleos da colonização da região. Para Macapá foram levados colonos açorianos. E por morte do donatário, a capitania se extinguira, sendo revertida à coroa. Foi criado um comando militar para o território, com sede em Macapá, que já contava quase três mil habitantes. A Constituição, promulgada em 5 de outubro de 1988, elevou o território do Amapá à categoria de Estado da Federação, sendo instalado em 1º de janeiro de 1991.
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Amapá (Município)
  • Município do Estado do Amapá.
  • Em 1615, reunidos sob a mesma bandeira, portugueses e espanhóis expulsaram os franceses do Maranhão e voltaram seus esforços para a Amazônia e Guiana. No ano seguinte, foi fundado o fortim do Presépio, um posto avançado contra invasões. Em 1647, foram vencidos os últimos grupos batavo-britânicos. Restavam ainda os franceses, alojados nas terras da Capitania do Norte, criada pela Corte de Madri, em 1637, em luta contra portugueses e brasileiros. As lutas se sucederam até que um corpo de voluntários paraenses apossou-se da Guiana Francesa em 1808, só restituída em 1817. Seguiram-se tempos de paz até a descoberta das minas de Calçoene por garimpeiros paraenses em 1893. Nessa época reacenderam os problemas políticos de fronteira. Tropas francesas desembarcaram em 1895 na pequena vila de Amapá e os brasileiros reagiram, repelindo a invasão. O fato levou as nações interessadas a colocar o problema pendente de solução nas mãos de árbitros e a escolha recaiu no presidente da República Helvética. Em 21 de janeiro de 1901, após o laudo favorável de Berna, de 1° de dezembro de 1900, o governo brasileiro procurou organizar a região, com o nome de Território de Aricari. O município originou-se da incorporação ao Estado do Pará de todo o antigo Contestado do Amapá, em 1901.
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